terça-feira, 22 de março de 2011

Sobre o outono!!!

Para refletir...

"Outono, época de introspecção, de eliminar o supérfluo e cuidar do essencial.
Caem as folhas para serem geradas novas formas.
O corpo ressoa o ritmo das estações.
Observe-o e respeite-o.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Eu louvo a dança!!!

Eu louvo a Dança, pois ela liberta as pessoas das coisas, unindo os dispersos em comunidade.
Eu louvo a Dança
que requer muito empenho,
que fortalece a saúde, o espírito iluminado
e transmite uma alma alada.
Dança é mudança do espaço, do tempo,
do perigo contínuo de dissolver-se
e tornar-se somente cérebro, vontade ou sentimentos.
A Dança requer o homem libertado,
ondulado no equilíbrio das coisas.
Por isso eu louvo a Dança.
A Dança exige o homem
todo ancorado em seu centro
para que não se torne, pelos desejos desregrados,
possesso de pessoas e coisas,
e arranca-o da demonia
de viver trancado em si mesmo.
Oh Homem, aprende a Dançar!
Caso contrário, os anjos não saberão
o que fazer contigo!”
                                Santo Agostinho

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Baile de Confraternização do Instituto 7e8

Aconteceu no dia 12 de dezembro na Sociedade União Juventus, o baile de confraternização do Instituto 7e8. O evento foi um sucesso, mais de 180 pessoas compareceram e se divertiram ao som de sambas, boleros, tangos e outros ritmos de dança de salão.

Se apresentaram os alunos do projeto 7e8, que representam o grupo Teen, Camila, Glenda, Larissa, Talita, Elvis, Henrique e Leonardo, os professores Júnior, Luisa, Sandra e Victor e mais a aluna bolsista Deborah.

O diretor geral do Instituto Guilherme Rolim, foi o nosso "mestre de cerimônias"e tivemos auxílio de ex-alunos do projeto durante as apresentações. A figurinista Yeda Priscila foi responsável pelo traje do grupo Teen e Leila, Ana e Célia pela confecção.

Quero agradecer a todos que nos auxiliaram para que o evento fosse um sucesso, aos alunos e parceiros e as pessoas que trabalham pelo desenvolvimento da dança de salão na nossa cidade.

Seguem fotos da revista Dança em Pauta, que também esteve presente, cobrindo o evento.






quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Se Deus quiser, um dia morro bem velha!!!

Não aguentei e estou publicando na integra um artigo que recebi por e-mail... Vale a pena ler!!!
Aí vai!

Tempo longo de aprendizado formal e controle do estresse são fatores para uma velhice lúcida!


"SE DEUS QUISER, um dia eu morro bem velha", disse Rita Lee.
Eu assino embaixo, mas com um adendo: quero morrer, de preferência, bem velha e bem lúcida, além de alegre e saudável.


Meu adendo não é apenas manifestação de um desejo de permanecer bem. Além das doenças associadas à velhice, a demência se torna cada vez mais frequente com o avançar da idade. A partir dos 60 anos, a prevalência de demência dobra a cada 5-7 anos, chegando a acometer 50% dos idosos na faixa dos 90 anos. A longevidade, como se vê, tem seus riscos.

A respeito da parte sobre Deus, a genética, ou ambos conspirarem para que alguém envelheça bem, não nos cabe fazer nada. Mas, felizmente, há uma parte que nos compete a respeito da própria velhice.

Uma, na verdade, cabe inicialmente a nossos pais, e depois nós a tomamos em mãos: um enorme estudo recém-publicado na revista "Brain" confirma que um dos maiores fatores de proteção contra a demência senil é a educação formal, que começa na infância.

Quanto mais longo o período de instrução formal recebida desde o início da vida, menor a incidência de demência senil quando essas crianças atingem a velhice.

O outro fator é o estresse na meia idade. Na mesma edição da revista "Brain", outro estudo, que acompanhou mais de mil mulheres ao longo de mais de 40 anos, encontrou uma incidência de demência senil 2,5 vezes maior entre idosas que disseram ter passado repetidamente por períodos de forte tensão durante a meia idade do que entre as que tiveram uma meia idade tranquila.

O efeito pode estar associado a uma aceleração, causada pelo estresse crônico, da atrofia senil que tende a se instalar no cérebro.

Se educar-se continuamente e evitar estresses duradouros podem não ser opções inteiramente sob nosso controle, outra contribuição recém-descoberta para uma velhice lúcida é: a dança. Um estudo alemão mostra que idosos que cultivam o hábito de dançar socialmente há mais de uma década mantêm suas capacidades cognitivas e motoras, não mostrando o declínio encontrado entre idosos semelhantes, mas que não dançam.

Como a dança protege o cérebro no envelhecimento?

Há dois fortes candidatos: o exercício físico e a interação social, que contribuem para reduzir a sensação de estresse e promover o bem-estar.

Então...VAMOS DANÇAR?

Texto de SUZANA HERCULANO-HOUZEL, neurocientista, professora da UFRJ e autora de "Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor" (ed. Sextante).

sábado, 21 de agosto de 2010

Buenos Aires Social Club

Me emocionei profundamente com este espetáculo de qualidade incomparável!!!
Cantores, maestros, compositores e intérpretes de primeira grandeza presentearam Curitiba com um misto de técnica, sensibilidade e arte!!!

"El Día Que Me Quieras" numa das versões mais maravilhosas que eu já tive a oportunidade de ouvir... "não aguentei e caí no choro, compulsivamente, sem saber explicar o que me acontecia... ".

E para abrilhantar ainda mais a noite, Juan Carlos Copes e sua partner, dançando no improviso, algumas daquelas canções emocionantes.

Ainda estou sem palavras para explicar a emoção dessa noite. Saí do teatro com a sensação de estar pisando nas nuvens!!!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Discotecagem


No primeiro semestre de 2010, várias foram as nossas atuações com discotecagem em dança de salão. Além do trabalho em festas e eventos particulares, atuamos nas apresentações dos grupos Narcotango e Ojos de Tango, na etapa brasileira do Mundial de Tango 2010.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Unesco declara o Tango patrimônio de Argentina e Uruguai

Tela de Pedro Alvarez

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) incluiu nesta quarta-feira, dia 30 de setembro, o tango da Argentina e do Uruguai na Lista Representativa do Patrimônio Imaterial da Humanidade.
"A tradição argentina e uruguaia do tango, hoje conhecida no mundo inteiro, nasceu no vale do Rio da Prata, entre as classes populares das cidades de Buenos Aires e Montevidéu", disse a Unesco em seu site oficial.
Na lista também figura o tradicional candombe do Uruguai, um ritmo frenético que se toca com tambores cuja origem remonta à época colonial e que ainda perdura nas mãos dos descendentes de escravos, em um país no qual 10 por cento dos 3,3 milhões de habitantes são de raça negra.
O pedido de inclusão como patrimônio para ambos ritmos foi apresentado à Unesco em setembro de 2008.
"Ambos começaram como expressões culturais menosprezadas pela sociedade que se acreditava bem-pensante e culta", explicou a ministra de Cultura do Uruguai, María Simón, em um ato realizado na Praça Carlos Gardel de Montevidéu.
"Por fim deixamos de discutir se o tango era daqui ou dali, esta iniciativa se apresenta como um patrimônio comum, rio-platense", acrescentou Simón.
A origem do tango volta e meia é tema de discussão entre os habitantes dos dois países. Em 2000, surgiu uma polêmica quando a Argentina se apresentou nos Jogos Olímpicos de Sidney ao som de "La Cumparsita", o tango mais famoso do mundo, cuja melodia foi criada em 1917 por um uruguaio e sua letra por um argentino.
Em 1998, "La Cumparsita", que se pode ouvir até no filme "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban" e na transmissão original de "A Guerra dos Mundos", foi declarada hino popular e cultural do Uruguai.
Gardel, cuja origem também é tema de polêmica entre os dois países, já que o Uruguai afirma que ele nasceu em seu território e a Argentina insiste que era francês, é um dos expoentes máximos do gênero.
"É uma homenagem a centenas de milongueiros, de cantores, de músicos que foram preservando esta tradição de voz em voz. Esta é uma contribuição que o Rio da Prata faz à cultura da humanidade", disse o ministro da Cultura argentino, Hernán Lombardi, ao diário argentino Clarín. Fonte: Caderno G - Gazeta do Povo - 01 de outubro de 2009